Sempre gostei de colocar um pouco de adrenalina na minha vida. :D
A primeira vez que fui à uma montanha russa foi no extinto Tivoli Parque. Eu tinha 5 anos (a idade mínima era 8, mas eu era uma criança grande, e eles nunca se preocuparam muito com a segurança lá, né...), e a minha mãe quase teve um treco quando soube que eu fui. hehehe
O fato é que desde então não perdi uma oportunidade de sentir aquele maravilhoso frio na barriga e tenho procurado aumentar a minha lista de aventuras. Essa lista também inclui experiências não tão adrenalínicas, mas que sejam diferentes ou inusitadas. Afinal, a vida fica mais gostosa com esses momentos. :P
Aos 25 anos de idade, a lista que eu tenho é a que está abaixo. Espero ir aumentando-a com o passar do tempo, é claro! Mas, por enquanto, dêem um passeio pela minha lista de aventuras. :)
- Montanhas russas
De todas as formas e sabores. Já fui em várias! As mais emocionantes certamente foram na Disney, que tive oportunidade de visitar duas vezes, em 1997 e em 2009. Adoro o friozinho na barriga nas descidas (aliás, essa é a melhor parte, os loopings não têm taannta graça).
Abaixo, o vídeo que o Claudio fez quando fomos na montanha russa Boomerang, no parque Fantasilandia, aqui em Santiago.
- Ski e snowboard: aventuras na neve
A primeira vez que subi num par de skis foi em 1994, em Bariloche, mas o resultado não foi lá essas coisas. Em 2004 repeti a experiência, insistindo no ski com péssimos resultados, até que resolvi inovar, e fazer uma aula de snowboard.
Quando eu vim morar no Chile, a coisa mudou de figura, é claro, pois a neve está ao lado. Em 2009 fiz novamente ski, por insistência de uma amiga. Mas em 2010 mudei definitivamente para o snowboard, e me encontrei. A sensação de descer uma pista de neve à toda velocidade não tem preço.
Ah, a neve também já me proporcionou outros momentos bacanas, com um skibunda em Bariloche e um tubing em Farellones. Esses dois não requerem nenhuma habilidade e também dão um pouquinho de emoção.
Abaixo, um pequeno filme que fiz de um dia em família que passamos em El Colorado, aqui no Chile, em 2010
- Asa delta
Esse foi o meu presente de aniversário de 18 anos, em 2005. Uma amiga tinha voado recentemente e me deu o contato. Fui uma das experiências mais emocionantes que já tive: sobrevoar a Cidade Maravilhosa em uma asa delta! A adrenalina fica por conta do momento de decolar (tem que correr para o nada, hehe) e também na aterrissagem (o meu instrutor perguntou se eu queria com ou sem emoção; é claro que eu escolhi com).
Abaixo, o vídeo do momento da aterrissagem, feito com uma câmera posta na asa.
Nadar com golfinhos
Golfinhos são lindos, né? Em 2007 eu fui à um congresso na Isla Margarita (Venezuela) e tive a oportunidade de nadar com eles. Depois, no ano novo de 2008 para 2009, eu repeti a experiência em Cuba. Muito fofos os golfinhos! Adorei essa aventura!
Abaixo uma foto nadando com os golfinhos na Venezuela.
- Mergulho com cilindro
Desde pequena que eu freqüento o mar, e em várias oportunidades pude ver peixinhos com um snorkel. Mas sempre tive vontade de mergulhar com cilindro, descer mais fundo no mar e ver um pouco desse mundo desconhecido. Em 2007, no mesmo congresso na Venezuela citado no item acima, eu tive essa grande oportunidade: fiz dois maravilhosos mergulhos com cilindros, uma experiência inesquecível! Espero poder repeti-la em algum momento.
Abaixo, uma foto do meu mergulho.
- Canoagem à noite
Eu nunca tinha pensado em fazer canoagem, para falar a verdade. Até que em 2008 eu participei de uma escola de verão em Utrecht (Holanda), onde uma das atividades sociais programadas para os alunos era o tal do Night Canoeing. Não sei aonde eu estava com a cabeça quando aceitei fazer isso, hahaha! O começo foi até divertido, apesar da imensa falta de habilidade minha e da Maria (uma amiga grega, era canoa de duas pessoas). Mas na volta, os nossos guias resolveram ir por outro caminho, passando por sinistros túneis (as pontes baixas dos canais). A emoção ficou por conta da nossa raiva de passar, todas molhadas, por aqueles espaços escuros e apertados, tentando conduzir uma canoa.
Mas enfim, foi uma experiência-aventura válida e entrou para a lista (embora eu não tenha intenção de repetir).
Abaixo, uma foto dessa aventura: a Maria e eu na canoa.
- Rapel
Quando fui ao Atacama em 2009, fizemos um belo passeio às Lagunas Miscanti y Miñique. No caminho, o guia perguntou se queríamos fazer rapel num cânion pelo qual íamos passar. É claro que eu não perdi essa oportunidade! Não era uma descida muuuito alta, mas foi uma experiência bem bacana.
Abaixo, uma foto desse momento.
- Surfe
Dizem que é uma experiência maravilhosa, de muita emoção e adrenalina, e eu sempre tive vontade de experimentar. Em janeiro de 2011 tive essa oportunidade em Pichilemu, uma cidade de costa aqui do Chile, ao sul de Santiago. O problema é que essa atividade requer um mínimo de habilidade, hehe, e eu só fui capaz de ficar em pé na prancha uma vez.
Mas, mesmo assim, foi bem divertido! Quem sabe um dia eu não tento outra vez?
Abaixo, uma foto minha e do Claudio depois da aula. Não temos registros dos momentos que passamos no mar, infelizmente.
- Tiroleza (ou tirolesa, acho que se pode escrever das duas maneiras)
Sempre tive vontade de fazer, mas não tinha tido nenhuma oportunidade. Finalmente, no último ano novo, desci na de Morro de São Paulo. São 70m de altura e 300m de extensão. Adrenalina pura, principalmente na hora de saltar para o nada.
Abaixo, um vídeo que a minha mãe fez dessa minha aventura.
- Parapente
Outra coisa que tinha vontade de fazer há tempos, mas só tive oportunidade agora. Foi há duas semanas, em Iquique, no norte do Chile. É bem legal, também com emoção na decolagem, e ainda tive uma adrenalina extra devido à uma súbita falta de vento (meus pés chegaram muito próximos aos carros de uma estrada que sobrevoamos).
Abaixo, um vídeo que fiz do meu vôo.
E isso é tudo o que eu consigo lembrar agora (se lembrar de outra aventura legal, eu acrescento aqui). Como já disse acima, espero poder aumentá-la! E aqui está uma listinha de coisas que quero fazer num futuro próximo:
- Sandboard (preciso experimentar o irmão veranesco do snowboard, hehe);
- Escalar um vulcão (o Chile tem mais de 1000 vulcões e muitos deles são escaláveis por amadores, não posso perder essa oportunidade);
- Saltar de pára-quedas (um dos meus grandes sonhos, deve ser uma experiência super hiper emocionante, de adrenalina pura);
- Bungee Jumping (quero fazer no dia em que eu viaje para a Nova Zelândia, um dos meus sonhos);
- Rafting (o que não falta no sul do Chile é rio para rafting, espero fazê-lo em breve);
Alguma outra sugestão de aventura? :P
Um blog que fala de tudo um pouco. Sejam bem vindos e fiquem à vontade! :)
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9 de fevereiro de 2012
9 de maio de 2011
Mantenha os seus pés quentinhos
Já estamos em maio e o outono aqui em Santiago está a todo vapor (ou todo frio).
Até que têm feito alguns dias de sol, mas as noites e manhãs já estão beeeem geladas. Nessas horas, nada como manter os pés quentinhos com calçados divertidos. :P
Pantufas de garras, ou pantufas de bolinhas com recheio de penas e interior de pelúcia? Seja qual for a escolha, meus pés agradecem! Adoro as minhas pantufas! :)
Até que têm feito alguns dias de sol, mas as noites e manhãs já estão beeeem geladas. Nessas horas, nada como manter os pés quentinhos com calçados divertidos. :P
Pantufas de garras, ou pantufas de bolinhas com recheio de penas e interior de pelúcia? Seja qual for a escolha, meus pés agradecem! Adoro as minhas pantufas! :)
20 de março de 2011
Lugares do Chile - parte XXI: Valparaíso
Em um outro post da série Lugares do Chile, sobre as casas de Neruda, eu mencionei Valparaíso. Mas essa cidade tem muito mais do que a casa do famoso poeta e merece um outro post.
Valparaíso é a capital da região de mesmo nome (também chamada de Quinta Región) e fica no litoral, a 92km de Santiago. Ela é a sede do Congreso Nacional, e de outras instituições públicas, e o principal porto do Chile. Além disso, sua parte antiga foi declarada Patrimônio Cultural pela Unesco.
Também chamada de Joya del Pacífico, Valparaíso me encantou desde a primeira visita. É uma cidade bastante singular e os seus morros me lembram bastante o meu querido bairro de Santa Teresa, no Rio.
Devido à proximidade de Santiago, as pessoas em geral visitam Valparaíso e a vizinha Viña del Mar no mesmo passeio. Mas sendo brasileira e acostumada com as lindas praias do nosso litoral, eu acho Valpo mais interessante do que o balneário Viña.
Chegar lá, saindo de Santiago, é bem fácil. Do terminal Alameda, localizado na estação de metrô Universidad de Santiago, saem vários ônibus diários das companhias Turbus e Pullman.
A rodoviária de Valparaíso está em uma região não muito bonita, em frente ao Congreso Nacional. Mas caminhando em direção aos morros e ao porto, começamos a ver sua desordenada e colorida beleza.
Se você vai por um fim de semana, recomendo o hotel Rincón de Valparaíso. É bem simples, mas ajeitadinho, e com boa localização e preço. Além disso, eles contam com transporte saindo da rodoviária, e a sala de café da manhã tem uma vista maravilhosa. Caso você tenha mais dinheiro para gastar, pode procurar outro hotel ou hostal nos Cerros Alegre e Concepción, lugares mais badalados.
A melhor maneira de conhecer Valparaíso é caminhando. Para cima e para baixo, percorrendo seus belos morros e paisagens. É importante ter um mapa em mãos para não se perder, pois os caminhos e ruelas são muitos. Você pode conseguir um na rodoviária ou hotel, ou imprimir algum antes de viajar.
A principal atração da cidade são os morros (ou cerros, em espanhol). Você pode subir-los caminhando, ou usando um dos famosos ascensores, que são elevadores do tipo plano inclinado.
Como mencionei no parágrafo anterior, os cerros Alegre e Concepción são os mais badalados e conhecidos. Lá está o Museo Municipal de Bellas Artes, num lindo casarão antigo. E suas ruas são cheias de cores, restaurantes e lojas, certamente merecem uma visita.
Outro cerro bem interessante é o Artillería, onde está o belo Paseo 21 de Mayo e funciona o Museo Naval. Para visitar a casa do Neruda de Valparaíso, La Sebastiana, vá ao cerro Bellavista, onde também está o Museo a Cielo Abierto.
Além dos cerros, um passeio em Valparaíso também deve incluir uma visita ao porto e à Plaza Sotomayor. Se você tiver tempo e o dia estiver bonito, vale a pena fazer um passeio de barco, saindo do porto. Custa 2000 pesos e dura ao redor de 20 minutos. Nele aprende-se um pouco sobre a história da cidade, vê-se uma bela vista e, se tiver sorte, alguns leões marinhos.
Quando bater a fome, Valparaíso tem várias opções de bares, cafés e restaurantes, para todos os tipos de bolsos. Alguns lugares que eu fui e recomendo são os seguintes: Le Filou de Montpellier, no Cerro Alegre, e os Café del Poeta e Jota Cruz, no centro da cidade. E se você é fã de uma boa cerveja, prove a marca local, Cerveza del Puerto.
Tendo tempo, vale a pena também visitar Viña del Mar. É muito fácil chegar lá, basta pegar o metrô de Valparaíso e saltar na estação Miramar. Depois eu faço um post específico sobre Viña.
O certo é que Valparaíso não tem roteiro certo, o legal é perder-se e encontrar-se por suas ruas. Cada vez que vou lá, descubro algo novo.
Deixo vocês com algumas fotos e a recomendação de conhecer essa bela cidade.
Chegar lá, saindo de Santiago, é bem fácil. Do terminal Alameda, localizado na estação de metrô Universidad de Santiago, saem vários ônibus diários das companhias Turbus e Pullman.
A rodoviária de Valparaíso está em uma região não muito bonita, em frente ao Congreso Nacional. Mas caminhando em direção aos morros e ao porto, começamos a ver sua desordenada e colorida beleza.
Se você vai por um fim de semana, recomendo o hotel Rincón de Valparaíso. É bem simples, mas ajeitadinho, e com boa localização e preço. Além disso, eles contam com transporte saindo da rodoviária, e a sala de café da manhã tem uma vista maravilhosa. Caso você tenha mais dinheiro para gastar, pode procurar outro hotel ou hostal nos Cerros Alegre e Concepción, lugares mais badalados.
A melhor maneira de conhecer Valparaíso é caminhando. Para cima e para baixo, percorrendo seus belos morros e paisagens. É importante ter um mapa em mãos para não se perder, pois os caminhos e ruelas são muitos. Você pode conseguir um na rodoviária ou hotel, ou imprimir algum antes de viajar.
A principal atração da cidade são os morros (ou cerros, em espanhol). Você pode subir-los caminhando, ou usando um dos famosos ascensores, que são elevadores do tipo plano inclinado.
Como mencionei no parágrafo anterior, os cerros Alegre e Concepción são os mais badalados e conhecidos. Lá está o Museo Municipal de Bellas Artes, num lindo casarão antigo. E suas ruas são cheias de cores, restaurantes e lojas, certamente merecem uma visita.
Outro cerro bem interessante é o Artillería, onde está o belo Paseo 21 de Mayo e funciona o Museo Naval. Para visitar a casa do Neruda de Valparaíso, La Sebastiana, vá ao cerro Bellavista, onde também está o Museo a Cielo Abierto.
Além dos cerros, um passeio em Valparaíso também deve incluir uma visita ao porto e à Plaza Sotomayor. Se você tiver tempo e o dia estiver bonito, vale a pena fazer um passeio de barco, saindo do porto. Custa 2000 pesos e dura ao redor de 20 minutos. Nele aprende-se um pouco sobre a história da cidade, vê-se uma bela vista e, se tiver sorte, alguns leões marinhos.
Quando bater a fome, Valparaíso tem várias opções de bares, cafés e restaurantes, para todos os tipos de bolsos. Alguns lugares que eu fui e recomendo são os seguintes: Le Filou de Montpellier, no Cerro Alegre, e os Café del Poeta e Jota Cruz, no centro da cidade. E se você é fã de uma boa cerveja, prove a marca local, Cerveza del Puerto.
Tendo tempo, vale a pena também visitar Viña del Mar. É muito fácil chegar lá, basta pegar o metrô de Valparaíso e saltar na estação Miramar. Depois eu faço um post específico sobre Viña.
O certo é que Valparaíso não tem roteiro certo, o legal é perder-se e encontrar-se por suas ruas. Cada vez que vou lá, descubro algo novo.
Deixo vocês com algumas fotos e a recomendação de conhecer essa bela cidade.
| O prédio da Armada Chilena, na Plaza Sotomayor |
| O ascensor do Cerro Artilleria |
| Uma das vistas do Cerro Concepción |
| O Museo de Bellas Artes, no Cerro Concepción |
| Valparaíso vista do passeio de barco |
| Passando pertinho do leões marinhos no passeio de barco |
17 de dezembro de 2010
Contagem regressiva para o natal
E lá vem o natal! Falta só uma semana, oba! :D
O natal é o meu feriado preferido. Não importa se uns dizem que é uma data puramente consumista. Não importa se outros dizem que não tem sentido eu comemorar, já que não sou religiosa... Eu vou continuar adorando o natal!
É uma data cheia de lembranças e tradições familiares, quando eu volto a ser criança.
Adoro armar a árvore de natal com a minha irmã, escolhendo cuidadosamente a posição dos enfeites. Cada um deles têm uma história e sempre que viajamos para lugares e países novos, procuramos comprar adornos natalinos.
Adoro a expectativa pelo natal, escolher presentes para as pessoas queridas e imaginar o que elas escolheram para mim. Adoro a reunião anual da família Rodrigues, feita no fim de semana antes, onde todos confraternizam felizes. Adoro os preparativos no dia da ceia e as comidas especiais. E, depois, adoro dormir de barriga cheia, esperando o dia seguinte para trocar presentes (afinal, o Papai Noel só vem durante a madrugada).
Adoro ver a cara da minha mãe pensando "essas minhas filhas não crescem!", mas sei que ela também gosta muito do natal, tão especial no nosso pequeno núcleo familiar. O natal é a cara de nós três juntas, e eu não consigo imaginar passar-lo sem a minha mãe e minha irmã.
Inspirada no espirito natalino que já está tomando conta de mim, resolvi fazer uma contagem regressiva para o natal, postando a cada dia algo relacionado ao tema.
Nesse ano vamos passar o natal aqui no Chile, pela primeira vez. Por conta disso, não pude armar a árvore junto com a minha irmã. Mas comprei uma árvore e adornos para a minha casa, é claro. E aqui vai uma foto de um dos simpáticos enfeites:
Até amanhã, com mais um post natalino. :)
O natal é o meu feriado preferido. Não importa se uns dizem que é uma data puramente consumista. Não importa se outros dizem que não tem sentido eu comemorar, já que não sou religiosa... Eu vou continuar adorando o natal!
É uma data cheia de lembranças e tradições familiares, quando eu volto a ser criança.
Adoro armar a árvore de natal com a minha irmã, escolhendo cuidadosamente a posição dos enfeites. Cada um deles têm uma história e sempre que viajamos para lugares e países novos, procuramos comprar adornos natalinos.
Adoro a expectativa pelo natal, escolher presentes para as pessoas queridas e imaginar o que elas escolheram para mim. Adoro a reunião anual da família Rodrigues, feita no fim de semana antes, onde todos confraternizam felizes. Adoro os preparativos no dia da ceia e as comidas especiais. E, depois, adoro dormir de barriga cheia, esperando o dia seguinte para trocar presentes (afinal, o Papai Noel só vem durante a madrugada).
Adoro ver a cara da minha mãe pensando "essas minhas filhas não crescem!", mas sei que ela também gosta muito do natal, tão especial no nosso pequeno núcleo familiar. O natal é a cara de nós três juntas, e eu não consigo imaginar passar-lo sem a minha mãe e minha irmã.
Inspirada no espirito natalino que já está tomando conta de mim, resolvi fazer uma contagem regressiva para o natal, postando a cada dia algo relacionado ao tema.
Nesse ano vamos passar o natal aqui no Chile, pela primeira vez. Por conta disso, não pude armar a árvore junto com a minha irmã. Mas comprei uma árvore e adornos para a minha casa, é claro. E aqui vai uma foto de um dos simpáticos enfeites:
Até amanhã, com mais um post natalino. :)
8 de dezembro de 2010
Caras de fruta
Quando eu era criança, a minha mãe sempre fazia caras de frutas, ou caras nas frutas. Assim, comer frutas era muito mais divertido! :)
Os anos passaram, eu saí de casa... mas sempre que vejo uma fruta redondinha, tenho vontade de desenhar uma cara! O resultado está aí abaixo:
| Cara de "Melon Tuna" |
| Caras de "Mandarina" |
16 de outubro de 2010
Quebra-cabeças
Já falei que adoro quebra-cabeças?
Bom, pode ser um passatempo meio nerd, sei lá, mas eu adoro!
Quando eu era criança, aqueles quebra-cabeças de 100, 200 peças eram muito fáceis para mim, e eu gostava de montar com a figura para baixo, para ficar mais difícil. E também adorava ajudar nos quebra-cabeças de mais de 1000 peças que, de vez em quando, montávamos em família na mesa da sala.
Até hoje eu acho uma atividade extremamente relaxante. Quanto maior e com desenhos mais difíceis, melhor! É muito legal ver aquele emaranhado inicial de peças virar uma figura bonita após alguns dias.
O quebra-cabeça mais difícil que montei até hoje foi um campo de girassóis. Ele nem era muito grande, tinha só 1000 peças, mas todas elas eram praticamente iguais. A própria caixa do quebra-cabeça dizia: "Impossible? Judge for yourself!"
Impossível não era, mas demorou bastante.
Outros quebra-cabeças interessantes eu comprei em viagens. Um lindo quadro do Van-Gogh quando fui à Holanda e uma simpática página de Asterix quando fui à Buenos Aires.
Aliás, em Buenos Aires há uma loja maravilhosa de quebra-cabeças! Eu tive que me segurar para não comprar vários, afinal ia ser um saco pegar o avião com um monte de caixas (e quebra-cabeças não são assim tão baratos). Havia um com cervejas de todo o mundo que foi muito difícil não levar. Na próxima vez que eu for lá, ele não me escapa!
Já faz alguns meses que eu não monto um quebra-cabeça. E esse papo todo me deu muita vontade de montar, vou procurar algum bom aqui no Chile.
Deixo vocês com uma figura que ilustra bem a paixão por quebra-cabeças. Eu quero esse! Alguém me dá de presente?
Bom, pode ser um passatempo meio nerd, sei lá, mas eu adoro!
Quando eu era criança, aqueles quebra-cabeças de 100, 200 peças eram muito fáceis para mim, e eu gostava de montar com a figura para baixo, para ficar mais difícil. E também adorava ajudar nos quebra-cabeças de mais de 1000 peças que, de vez em quando, montávamos em família na mesa da sala.
Até hoje eu acho uma atividade extremamente relaxante. Quanto maior e com desenhos mais difíceis, melhor! É muito legal ver aquele emaranhado inicial de peças virar uma figura bonita após alguns dias.
O quebra-cabeça mais difícil que montei até hoje foi um campo de girassóis. Ele nem era muito grande, tinha só 1000 peças, mas todas elas eram praticamente iguais. A própria caixa do quebra-cabeça dizia: "Impossible? Judge for yourself!"
Impossível não era, mas demorou bastante.
Outros quebra-cabeças interessantes eu comprei em viagens. Um lindo quadro do Van-Gogh quando fui à Holanda e uma simpática página de Asterix quando fui à Buenos Aires.
Aliás, em Buenos Aires há uma loja maravilhosa de quebra-cabeças! Eu tive que me segurar para não comprar vários, afinal ia ser um saco pegar o avião com um monte de caixas (e quebra-cabeças não são assim tão baratos). Havia um com cervejas de todo o mundo que foi muito difícil não levar. Na próxima vez que eu for lá, ele não me escapa!
Já faz alguns meses que eu não monto um quebra-cabeça. E esse papo todo me deu muita vontade de montar, vou procurar algum bom aqui no Chile.
Deixo vocês com uma figura que ilustra bem a paixão por quebra-cabeças. Eu quero esse! Alguém me dá de presente?
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| Chris Madden |
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